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10 práticas inteligentes de IA no consultório médico

Agenda, atendimento, prontuário, finanças e redes sociais. Prompts prontos para usar hoje, de acordo com as regras do CFM e da LGPD.

Por que este e-book

Há mais de 20 anos acompanho a rotina de consultórios médicos e vejo os mesmos problemas se repetirem: agenda com buracos, recepção sobrecarregada e prontuário que fica para depois do expediente. Quase nunca falta competência ao médico. Falta tempo. Reuni aqui 10 práticas simples de inteligência artificial para devolver esse tempo, dentro das regras do CFM e da LGPD.

Edson NoletoNoleto Consultoria Empresarial
Toque para abrir cada prática

As 10 práticas

Resolução CFM nº 2.454/2026

O que diz a nova regra do CFM sobre IA

Em vigor desde agosto de 2026, é o primeiro marco do Conselho Federal de Medicina sobre inteligência artificial. Os pontos que mais afetam o consultório:

  • O médico decide. A IA é ferramenta de apoio. A responsabilidade final pelas decisões clínicas continua com o médico.
  • O paciente é informado. Quando a IA for apoio relevante no cuidado, o paciente deve saber e pode recusar.
  • Fica registrado. O uso de IA como apoio à decisão médica deve constar no prontuário.
  • Sem diagnóstico por robô. Diagnóstico e decisão terapêutica não podem ser comunicados pela IA sem mediação humana.
  • Risco classificado. As ferramentas são classificadas em risco baixo, médio, alto ou inaceitável.
  • Dados protegidos. O uso de dados segue a LGPD, com compartilhamento apenas quando estritamente necessário.

Resumo orientativo. Consulte o texto integral no portal do CFM. A publicidade médica segue a Resolução CFM nº 2.336/2023.